Aglomerados Abertos
Após a formação de estrelas nas nebulosas, durante
algum tempo, por atração gravitacional, o grupo continua vagando em sua
rotação ao redor do núcleo da galáxia. Muitas vezes ainda envolto nas nuvens
de que se originou, o aglomerado aberto sobrevive por alguns milhões de
anos, as vezes centenas, sem que seja diluído na massa de estrelas em que se
constituem as galáxias.
Ao telescópio são pequenas jóias, de todos os tipos,
de todas as cores.
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Messier 6 em Escorpião |
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Esse aglomerado é um pouco menos famoso que M7 mas também pode ser visto a olho nú como uma pequena mancha. Facilmente visível através binóculos. |
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Messier 7 em Escorpião |
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Esse aglomerado é o maior de Escorpião. Visível a vista desarmada, fora dos grandes centros, como uma nuvem, é, na verdade, um conjunto de estrelas que se mantem unido por atração gravitacional. |
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Mosaico de Messier 35 em Gêmeos |
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Messier 45 - As Plêiades, em Touro |
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Um dos mais magníficos aglomerados abertos de todo o céu. As Plêiades, assim nomeadas pela mitologia grega, são sete irmãs, que são as sete estrêlas principais visíveis a olho nú. Clique na imagem para ver o mosaico.
Ele foi obtido com um refrator de 80mm e CCD HX516 |
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NGC 5128 em Gêmeos |
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Esse aglomerado aberto se aproxima de um globular e situa-se bem próximo de Messier 35 |
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NGC 6231 em Escorpião |
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Esse aglomerado é uma das jóias do céu. Situado no início da cauda do escorpião é facilmente visível com binóculos. |
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